segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O encontro.

Dia traquilo. Casa vazia. Famílida viajando.

Era domingo, e Vitória já estava planejando o final do dia.

Dia de festa. Aniversário, precisamente.

Fez trabalho. Viu tv. Ficou de papo. Pegou o ônibus - já era noite.

Chegou. Hora de se arrumar. Tava na casa da amiga, naquela correria. Pra onde ir? Com quem ir? Como ir? Eis a questão.

Um pagode. Uma música - na verdade, uma desculpa. Pega o telefone, liga pra quem gosta. Adivinha? Barraco... a atual atendeu.

Brigas. Mal estar. Hum... parece que a noite não será tão boa assim.

Michely chega, a aniversariante. Mãos a obra, o dia terminava mas a noite era uma criança...

Na festa.

Muita gente. Animação total. Dar uma volta? Não. Prefere ficar ali, parada, enquanto espera as demais. Dia de sorte ou azar? Encontraram o tal menino... lembrado do pagode, que tinha uma namorada... barraqueira!! Ufa. Dessa Vitória escapou.

Mas festa era o que não faltava. Atravessar a rua e pronto, outra balada.

Tava caro, mas foram assim mesmo. Adivinha a música? Pagode.

Casa cheia. Empurra-empurra. Gente feia. É a vida.

Final de festa. Confusão na certa. Muita mulher, um ex, essa vou explicar: amiga da amiga que deu porrada na última festa no ex que iria de carona com elas pra casa. Ferrou. A casa caiu.

Um toque no ombro:

"posso te conhecer" - ser desconhecido.

"claro" - respondeu Vitória.

Era um início. Bom início? Quem sabe!

Não ficaram. Conversaram. Vitória já ia embora, mas ficou. E não foi que rolou... calma, só um beijo.

A festa não tinha acabado. Mas para as meninas sim.

Só restava trocar telefone...

Um comentário:

  1. Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuu....

    Dani, eu quero saber como essa história vai continuar!!!!!

    Vai ser um sucesso esse blog!!!!!

    beijos

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