Dia traquilo. Casa vazia. Famílida viajando.
Era domingo, e Vitória já estava planejando o final do dia.
Dia de festa. Aniversário, precisamente.
Fez trabalho. Viu tv. Ficou de papo. Pegou o ônibus - já era noite.
Chegou. Hora de se arrumar. Tava na casa da amiga, naquela correria. Pra onde ir? Com quem ir? Como ir? Eis a questão.
Um pagode. Uma música - na verdade, uma desculpa. Pega o telefone, liga pra quem gosta. Adivinha? Barraco... a atual atendeu.
Brigas. Mal estar. Hum... parece que a noite não será tão boa assim.
Michely chega, a aniversariante. Mãos a obra, o dia terminava mas a noite era uma criança...
Na festa.
Muita gente. Animação total. Dar uma volta? Não. Prefere ficar ali, parada, enquanto espera as demais. Dia de sorte ou azar? Encontraram o tal menino... lembrado do pagode, que tinha uma namorada... barraqueira!! Ufa. Dessa Vitória escapou.
Mas festa era o que não faltava. Atravessar a rua e pronto, outra balada.
Tava caro, mas foram assim mesmo. Adivinha a música? Pagode.
Casa cheia. Empurra-empurra. Gente feia. É a vida.
Final de festa. Confusão na certa. Muita mulher, um ex, essa vou explicar: amiga da amiga que deu porrada na última festa no ex que iria de carona com elas pra casa. Ferrou. A casa caiu.
Um toque no ombro:
"posso te conhecer" - ser desconhecido.
"claro" - respondeu Vitória.
Era um início. Bom início? Quem sabe!
Não ficaram. Conversaram. Vitória já ia embora, mas ficou. E não foi que rolou... calma, só um beijo.
A festa não tinha acabado. Mas para as meninas sim.
Só restava trocar telefone...
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Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuu....
ResponderExcluirDani, eu quero saber como essa história vai continuar!!!!!
Vai ser um sucesso esse blog!!!!!
beijos